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Temos estrutura. Por que ela não entrega o que esperamos?

Antes de investir em outra sala, outro equipamento ou mais gente, descubra onde a capacidade que você já tem se perde. Medimos o tempo real de cada etapa, encontramos o gargalo e testamos um ajuste na operação, junto com a sua equipe.

Conduzido por quem já geriu imagem, centro cirúrgico e pronto atendimento de dentro de um hospital.

Sala de exames de imagem pronta e vazia enquanto pacientes aguardam no corredor

Sinais de que a capacidade está escapando

Sala vazia e fila na porta.

A agenda mostra horários livres enquanto pacientes esperam e os encaixes se acumulam no fim do dia.

Cada área aponta um culpado.

A recepção culpa a agenda, a equipe culpa o equipamento, e ninguém tem o mesmo número para discutir.

O relatório mostra produção, não decisão.

Você sabe quantos exames fez no mês, mas não sabe se precisa de outra sala ou de outra agenda.

O que a gente vê

Quase nunca falta sala. Falta enxergar o tempo entre agendar e atender.

A capacidade se perde onde a planilha de produção não olha: preparo mais longo que o previsto, encaixes que desmontam a agenda, laudo que atrasa e trava o próximo passo. Por isso começamos medindo o tempo de cada etapa, e não contando exames.

Como resolvemos

Quatro etapas. Cada uma deixa algo nas mãos da gestão.

Começamos por um serviço e uma pergunta. O que funcionar ali vira referência para o resto da instituição.

  1. 1

    Escolher a decisão

    Ampliar, reorganizar ou investir? Definimos o serviço, a pergunta da direção e o período de análise.

    EntregaPergunta e escopo acordados
  2. 2

    Medir o real

    Horas disponíveis, agendadas e realizadas, duração por tipo de exame, encaixes e ausências. Com os dados que existem e, se faltar, uma coleta curta.

    EntregaLeitura de capacidade e uso
  3. 3

    Achar o gargalo

    Confrontamos agenda e produção com os tempos de preparo, execução e laudo para encontrar a etapa que trava o próximo atendimento.

    EntregaMapa do gargalo e alternativas
  4. 4

    Testar e decidir

    Aplicamos um ajuste de agenda, fluxo ou alocação, acompanhamos o efeito e levamos o resultado para a direção.

    EntregaIndicadores e recomendação
Coordenadora de enfermagem revisa um fluxo de trabalho com uma colega

Quem conduz

Experiência de quem fez por dentro.

A consultoria é conduzida por uma enfermeira que passou da assistência à gerência de um hospital, respondendo por centro cirúrgico, CME, imagem e pronto atendimento.

  • Construiu com a direção os indicadores de desempenho do hospital: fórmula, frequência, fonte do dado e responsável por cada um.
  • Analisou a ocupação das salas de imagem: horas ativas, tempo médio por exame e espaço real para encaixes.
  • Calculou capacidade e custo das salas para precificar exames e fechar contratos com empresas.
  • Montou um serviço de saúde ocupacional a partir da estrutura que o hospital já tinha.

Diagnóstico rápido

Que decisão sobre capacidade está parada na sua instituição?

Responda quatro perguntas sobre o seu serviço. Você vê na hora uma leitura preliminar de onde a capacidade pode estar escapando e leva para a conversa um ponto de partida concreto.

  1. 1Serviço
  2. 2Sinais
  3. 3Números
  4. 4Decisão
Qual serviço você quer analisar?
O que você reconhece no dia a dia?Marque quantos quiser.
O que você já sabe sobre ele?Estimativas bastam. Ninguém precisa abrir planilha agora.

Quanto tempo um paciente espera para conseguir horário?

Onde estão os dados de agenda e produção?

Qual decisão está pendente?

Ao enviar, suas respostas chegam à equipe da Tervali. Veja a Política de Privacidade.

Perguntas antes de começar

Precisamos ter um painel de indicadores?

Não. Começamos pelos registros que já existem e, quando falta informação, por uma coleta curta e delimitada.

O objetivo é aumentar volume a qualquer custo?

Não. As mudanças respeitam as condições de execução, a equipe disponível e os critérios técnicos do serviço.

Dá para começar por um setor?

Sim, e é o recomendado. Um serviço bem analisado mostra o caminho antes de ampliar o trabalho.

O que fica fora do escopo?

A leitura econômica usa os dados disponíveis e a participação do financeiro. Implantação de custeio, auditoria contábil e desenvolvimento de integrações exigem escopo próprio.

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